Coronavírus: As principais ações para o varejo em tempos de distanciamento social

Share on facebook
Share on linkedin
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on email

Desde dezembro do ano passado, o 2019-nCoV ou mais conhecido atualmente, COVID-19, tem dado trabalho para todos os países do globo. Em mais de 150 países e territórios e cinco continentes, os sintomas de febre e tosse seca levando a uma falta de ar grave, fez com que a doença colecionasse mais de 1.218.119 casos confirmados e 64.235 mortos.

         Diante este cenário de incertezas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou em meados de março deste ano que governos de todos os países adotassem como medida de prevenção, o isolamento social. No Brasil, várias cidades brasileiras já tem grande parte de seus comércios fechados há semanas e pessoas trabalhando e vivendo a maior parte do tempo em suas casas com o objetivo de achatar a curva de crescimento da transmissão da doença e evitar a sobrecarga dos serviços de saúde e limitar o número de mortes. 

E achatar essa curva é desacelerar a disseminação do vírus para que o número de casos se espalhe ao longo do tempo e não em picos no início. O gráfico abaixo demonstra uma curva acentuada causada por um pico acelerado de infecções, em oposição a uma curva achatada em casos distribuídos ao longo do tempo. Veja:

No momento foram identificados 11.130 casos confirmados e 486 mortes por todo o território brasileiro. No cenário mais otimista, medidas de alternância de endurecimento e relaxamento de distanciamento social com o propósito de manter o nível de infecção controlado nos próximos cinco meses ou mais, podem resultar também, em novos hábitos de consumo. Com bares, casas noturnas, restaurantes e lanchonetes fechados, a única exceção são supermercados, farmácias, panificadoras, postos de combustíveis, distribuidoras de gás entre outros serviços considerados essenciais estão abertos.

         Para a erradicação do COVID-19 precisa-se obter uma vacina ou mais de 55% da população ser infectada e se tornar imune. A estimativa é que a vacina comece a ser desenvolvida nos próximos 12-18 meses. Durante este período o vírus continua sua evolução com uma capacidade reprodutiva exponencial, sendo a medida mais assertiva até o momento adotado, a quarentena. Após isso, a atividade econômica não será totalmente normalizada e uma vez que já sendo vista por muitos economistas à beira do colapso, é importante lembrar que o comportamento do consumo do varejo será modificado de maneira permanente.

         E o que precisa ser feito pelos varejistas em cada etapa das medidas de endurecimento e relaxamento do distanciamento social é a seguinte:

ABRIL: Ainda em quarentena, com o aumento de desemprego e queda da renda, pico de redução da atividade econômica, alta taxa de contaminação e óbitos e o mercado financeiro sob stress. O melhor a se fazer é um plano de gestão de crise (higienização dos PDVs, salubridade de funcionários e clientes e adequação de lojas para distanciamento social), gestão de estoque (controle de preços junto a fornecedores e ajuste de sortimento ao cenário) e gestão de canais (controle de distribuição e desenvolvimento de canais de vendas).

MAIO – AGOSTO: Num processo de relaxamento e controle, retomada gradual da atividade econômica, de eventos sociais e esportivos, viagens e turismo, consumidores sem renda retornando as compras do mês e estabilização do mercado financeiro. É necessário trabalhar fortemente na gestão de canais (aprofundamento dos canais de vendas, deslocamento do tabloide físico para o digital, diversidade em formas de  pagamento), gestão de relacionamento (conquista de demanda e ampliação do relacionamento remoto/digital) e gestão de eficiência (aplicação de dados para prover inteligência na tomada de decisão).

SETEMBRO EM DIANTE: Agora num momento de erradicação, onde há a retomada gradual de investimentos e emprego, crescimento de consumo promovido pelo “sentimento de liberdade” e guerra de preços em busca da reconquista de consumidores. Precisa-se lapidar a gestão de relacionamento (ampliação de demanda e uso de produtivo das datas sazonais) e a gestão de eficiência (aplicação de dados para prover inteligência na gestão de margens e controle da diluição promocional).

         Levando em consideração que não é uma doença que vem e logo passa, todas essas medidas de endurecimento e relaxamento do distanciamento social, o próprio isolamento e todas as variáveis já formalizadas e testadas diante o novo coronavírus são formas de marcar em breve a data de partida do COVID-19 que não só veio como ainda não foi embora e segue levando milhares de óbitos dia após dia.

Cadastre seu e-mail e receba atualizações.

Veja mais!

A solução completa de gestão inteligente da sua base de clientes!

Com a nossa tecnologia exclusiva de coleta de dados, processamos as informações de compra e perfil dos clientes e mapeamos o hábito de consumo, sendo possível assim, criar ações de atração, retenção e resgate para cada tipo de comprador. Aumentamos as vendas do seu negócio com estratégia, gestão e informação!

Rua Sebastião Beltrão de Araújo – 109

Vigilato Pereira – Uberlândia – MG

Feito com ❤ © 2020 CresceVendas.